quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Caminhos que se cruzam

Tudo nesta vida é questão de dividir almas.

“Quando as pessoas cruzam nossos caminhos, há sempre uma mensagem para nós. Encontros casuais não existem. Mas o modo de respondermos a esses encontros, determina se somos capazes de receber a mensagem. Se temos uma conversa com alguém que cruza nosso caminho e não vemos uma mensagem, significa apenas que não a captamos, por algum motivo.”
Às vezes nos mantemos “distantes” das pessoas e/ou situações atendendo a propostas na qual fomos educados. Dessa forma, não fazemos uma leitura adequada das “coincidências” que ocorrem conosco. Perdemos, então, oportunidades preciosas de conhecimentos que pessoas ou possíveis experiências teriam nos passado, mas o desafio consiste em descobrir o elo dessas pessoas ou situações com nossas questões atuais.
A mensagem está lá, à espera da nossa percepção e, enquanto isso, ficamos inteiramente ligados aos afazeres diários achando que estamos desempenhando bem o nosso papel.
Construímos ao nosso redor um muro intransponível, mantendo-nos assim afastados, isentos da vida, assim deixamos de receber e de enviar mensagens. Alguém esperava ouvir algo de nós. As respostas para as nossas perguntas estão nas pessoas. Mas... Como saber o momento de abordá-las? Há os sinais! É necessário, portanto, que fiquemos atentos, ligados à energia que há em nós, nos objetos, nas plantas...

O grupo a que pertencemos certamente nos oportuniza respostas, entretanto não podemos correr o risco de nos tornamos dependentes de tais pessoas. É necessária a ampliação do nosso círculo, estendermos a busca da sabedoria que certamente há além dos muros.

3 comentários:

  1. Adoro o que você escreve! É sempre parecido com os meus pensamentos sobre! Beijo

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  2. Obrigada pelo carinho. Somos, certamente, almas sensíveis.
    Abraços.

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